segunda-feira, 29 de abril de 2013

DT 180


Yamaha DT 180 .....................

A DT 180 é uma motocicleta com motor 2 tempos fabricada pela Yamaha entre 1981 e 1997.
O modelo fez história por trilhas do Brasil. Além de popularizar a prática do esporte, também foi a que mais venceu o Enduro da Independência. Por ter baixo custo de manutenção, mecânica muito simples (atributo devido ao motor 2 tempos), ser leve (102 kg) e baixa, é usada até hoje.
Quando lançada a DT 180 foi a única opção de motocicleta realmente trail no Brasil. Possui suspensão traseira monoamortecida do tipo Mono-Cross, uma grande evolução em relação à suspensão traseira duplamente amortecida da TT 125. A DT 180 também possui escapamento que passa por cima do motor, alto e seguro contra entrada de água e terra. Seu eficiente motor 2 tempos de 176,4cc3 proporciona um ótimo desempenho, com bom torque em baixa rotação e uma boa potência de 16,6cv à 8.000rpm. Assim como a linha RD e RX, a DT 180 foi lançada com Torque Induction, que proporciona aumento no torque em baixa rotação e sensível economia de combustível.

DT 180 Super

A DT 180 Super foi lançada em 1983 como uma evolução da DT 180. Trouxe muitas inovações como: caixa de câmbio de 6 velocidades; tubos da balança retangulares, que são muito mais resistentes a torções e facilitam o acesso ao amortecedor; banco vermelho e grafismo diferenciado. A DT 180 continuou em catálogo como modelo mais simples e a DT 180 Super em 1983 custava 7,7% a mais. As duas versões da DT 180 continuaram com o sistema elétrico de 6 volts e com os freios dianteiro e traseiro à tambor.
[editar]Reformulação

Em 1985 houve a grande mudança, pois a Agrale já havia chegado ao Brasil e já lançava novas motocicletas com grafismo moderno para a época, motor refrigerado à água e muita tecnologia. E foi nesse ano que a DT 180 ganhou novo tanque (de capacidade superior e em formato "vulcao"), novo banco, novo painel, tensão elétrica de 12 volts (muito mais eficiente que a 6 volts), farol retangular, instrumentos trapezoidais, pedaleiras traseiras fixas no chassis aumentando o conforto e a segurança do garupa. Com esta reformulação a DT 180 ganhou a forma com que terminaria seus dias de produção. Mostrou-se uma motocicleta muito versátil, de barata manutenção e que marcaria a história do Trail no Brasil. Neste modelo, era chamada de DT180N, ou simplesmente DTN entre os motociclistas.
[editar]DT 180 Z

Em 1988 ganhou freio a disco dianteiro e passou a se chamar DT 180 Z (Z era a sigla usada pela yamaha do Brasil para indicar um modelo 'top de linha') mas o seu motor continuou o mesmo: 2 tempos, refrigerado a ar (180 cc, e gerando 16,6 cv de potência máxima).
De 1988 até o fim de sua produção em 1997 foram feitas poucas melhorias, como regulagens no carburador; a suspensão dianteira deixou de ter a calibração a ar e "furos "no disco de freio para aumentar sua eficiência e melhorar a ventilação. Mas foi em 1993 que houve uma mudança que não agradou a muitos: o Tacômetro deixou de equipar a DT 180.
A DT 180 deixou de ser fabricada em 1997. Ainda assim é muito usada em trilhas e corridas por todo Brasil. Sua manutenção simples, e o bom conjunto da DT 180 a tornaram uma motocicleta consagrada no Trail brasileiro.
[editar]Características técnicas

[editar]Motor
Motor: Monicilíndrico, 2 Tempos, refrigerado à ar, possui torque induction com Y.E.I.S.
Cilindro: em alumínio com camisa de aço inclinado para frente.
Cilindrada: total de 176 cc, pistão de 64,5mm de diâmetro com 54mm de curso.
Taxa de compressão: 6,5 : 1.
Carburador: Mikuni YM2455 de 24mm de venturi.
Ignição: Sistema de ignição eletrônica, utiliza C.D.I.( ignição por descarga capacitiva ) Fonte de carga da bateria provém do magneto. Sistema de partida primária do motor à pedal.
Lubrificação: Injeção direta de óleo 2 Tempos no carburador por meio de bomba autolube. Capacidade de óleo do cárter de 0,6 litros. Capacidade do reservatório do óleo 2 tempos de 0,75 litros com indicador de baixo nível no painel.
Filtro de ar: Espuma de poliuretano úmido com óleo 2 tempos.
capacidade do tanque de combustível 13 litros, sendo 1,1 litro para reserva.
[editar]Transmissão
Sistema de redução primária: Por engrenagem.
Relação de redução primária: 71/22 (3,227).
Sistema de redução secundária: Por corrente.
Relação de redução secundária: 49/16 (3,062).
Embreagem: Banhada a óleo.
Tipo de caixa de marchas: Engrenamento constante, 6 marchas à frente.
Sistema de operação: Operação com pedal do lado esquerdo.
Relação de transmissão:
1ª (Primeira): 35/11 (3,181)
2ª (Segunda): 29/15 (1,933)
3ª (Terceira): 26/19 (1,368)
4ª (Quarta): 24/21 (1,090)
5ª (Quinta): 22/23 (0,956)
6ª (Sexta): 21/25 (0,840)
[editar]Dimensões e pesos
Comprimento total: 2.150mm
Largura total: 895mm
Altura total: 1.200mm
Altura do assento: 860mm
Distância entre eixos: 1.345mm
Vão livre mínimo: 265mm
Ângulo de inclinação: 29º Avanço: 143mm
Peso: Líquido (seco) de 102 kg
Raio de giro mínimo: 2.140mm
Pneus
Dianteiro: 2,75 X 21' MT40
Traseiro: 110/80 X 18' MT40
Suspensão
Dianteira: Garfo telescópico
Traseiro: Braço oscilante triangular (Monocross)
Amortecedores
Dianteiro: Garfo telescópico com mola helicoidal e hidráulico (200mm de curso)
Traseiro: Monoshok (amortecedor central único com 150mm de curso
[editar]Instalação e equipamentos elétricos
Capacidade da bateria: 12V / 3 AH
Tipo de bateria: YB 3L-A
Fonte de carga: Magneto
Vela de ignição: B8ES (NGK)
Farol: 12V - 35/35W
Lanterna traseira / luz de freio: 12V - 5/21W
Sinaleira: 12V - 10W
Velocímetro/Tacômetro: 12V - 3W
Ponto morto: 12V - 3W
Indicador do farol alto: 12V - 3W
Indicador da sinaleira: 12V - 3W
Indicador do nível de óleo: 12V - 3W

CRF 230F FICHA TÉCNICA


CRF 230F DADOS TÉCNICOS ....

Motor 
Cilindrada 
223 cc
Tipo 
OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Torque Máximo 
1,92 kgf.m a 6500 rpm
Potência Máxima 
19,3 cv a 8000 rpm
Transmissão (câmbio)
6 velocidades
Sistema de Partida
Elétrica

Chassi
Tipo
Berço semi-duplo
Suspensão Dianteira / curso
Garfo telescópico / curso 240 mm
Suspensão Traseira / curso
Pro-Link / curso 230 mm
Freio Dianteiro / Diâmetro
A disco / 240 mm
Freio Traseiro / Diâmetro
A tambor / 110 mm
Pneu Dianteiro
80/100 – 21NHS MT320H
Pneu Traseiro
100/100 – 18NHS MT320H

Dimensões
Comprimento total
2.059 mm (2,06 m)
Largura total
812 mm (81,2 cm)
Altura total
1.190 mm (1,19 m)
Distância entre eixos
1.372 mm (1,37 m)
Distância mínima do solo
305 mm (30,05 cm)
Altura do assento
872 mm (87,2 cm)

Capacidades
Tanque de Combustível
8,2 litros (mod. 2007)
7 litros ( mod. 2008)
Óleo do Motor
1,2 litro

Sistema elétrico
Ignição
CDI (ignição por descarga capacitativa)
Bateria
12V / 4 Ah (10 horas) / selada
Farol
35W

Peso
Peso seco
107 kg

CRF 150F ( NACIONAL ) FICHA TÉCNICA


CRF 150F FICHA TÉCNICA .............

Motor: A gasolina, quatro tempos, monocilíndrico, 149,2 cm3, comando simples no cabeçote, arrefecimento a ar e injeção eletrônica.

Câmbio: Manual de cinco marchas.

Potência máxima: 14 cv a 8.500 rpm.

Torque máximo: 1,33 kgfm a 6.500 rpm

Diâmetro e curso: 57,3 mm x 57,8 mm.

Taxa de compressão: 9,5:1

Suspensão: Dianteira garfo telescópico com 230 mm de curso. Traseira com braço oscilante com 227 mm de curso.

Pneus: 70/100 R19 na frente e 90/100 R16 atrás.

Freios: A disco com 240 mm de diâmetro na frente e a tambor com 110 mm de diâmetro atrás.

Dimensões: 1.94 metros de comprimento total, 0,78 m de largura, 1,11 m de altura, 1,32 m de distância entre-eixos e 0,82 m de altura do assento.

Peso: 101 kg.

Tanque do combustível: 7,2 litros.

Produção: Manaus, Amazonas.

XR 250 TORNADO FICHA TÉCNICAS


XR 250 TORNADO FICHA TÉCNICAS ...................

Ficha Técnica

MOTOR

Tipo DOHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar, com radiador de óleo
Cilindrada 249 cm3
Potência máxima 23,3 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 2,42 kgf.m a 6.000 rpm
Transmissão 6 velocidades (1-N-2-3-4-5-6)
Sistema de partida Elétrica
CHASSI
Tipo Berço semiduplo
Suspensão dianteira/curso Garfo telescópico/245 mm
Suspensão traseira/curso PRO-LINK/242 mm / PRO-LINK/224 mm
Freio dianteiro/diâmetro A disco hidráulico/240 mm
Freio traseiro/diâmetro A tambor/130 mm
Pneu dianteiro 90/90 - 21 M/C 54S
Pneu traseiro 120/80 - 18 M/C 62S
Rodas Aros de alumínio
Assento alto / Assento baixo
DIMENSÕES / CAPACIDADES
Assento alto / Assento baixo
Tanque de combustível 11,5 litros (reserva 3,7 litros)
Óleo do motor (total) 1,8 litro
Comp. x larg. x alt. 2.147 x 845 x 1.203 mm / 2.130 x 845 x 1.166 mm
Distância entre eixos 1.427 mm / 1.416 mm
Distância mínima no solo 281 mm / 242 mm
Peso seco 134 kg / 134kg
SISTEMA ELÉTRICO
Ignição CDI (ignição por descarga capacitiva)
Bateria 12 V - 6 Ah (selada)
Farol 35/35 W - lâmpada halógena

YPVS

YPVS MECANICO 
Foto: YPVS.......................................

YPVS, acrônimo de Yamaha Power Valve System, é um mecanismo utilizado em motores dois tempos, criado e patenteado pela Yamaha.

Origem



Modelo lançado em 1990 no Brasil, já com a tecnologia
Foi apresentado na Yamaha RD 350 em 1983. No Brasil foi implantado na RD 350 em 1986. Também equipou a DT 200, DT 200R, produzida entre 1992 e 2000. 

Funcionamento

Consiste em uma válvula localizada na janela de escape do cilindro. Esta válvula permanece fechada em baixas rotações, tornando a janela de escape menor, restringindo a passagem de gases em médias e baixas rotações. A partir de 5.500 RPM o YPVS se abre, permitindo ao motor trabalhar com a dimensão máxima da janela de escape, o que beneficia a potência e o funcionamento do motor em altas rotações.
Este sistema não visa aumento de potência, mas sim:
Melhorar o torque em baixas rotações;
Diminuir o consumo de combustível;
Melhorar a progressividade com que o motor fornece potência, tornando a motocicleta mais fácil de conduzir;
Permitir ao fabricante ou preparador, trabalhar com uma janela de escape maior, sem que o torque seja comprometido em baixas rotações.
Uma moto que tem seu YPVS desligado e fixado na posição de abertura máxima não perderá potência, mas terá o funcionamento e o torque prejudicados em baixa e médias rotações. Caso o YPVS seja travado na posiçã fechado, a moto manterá o desempenho e torque em baixa rotação, mas será muito prejudicada em alta rotação.
YPVS ELÉTRICO  
YPVS.......................................
     
YPVS, acrônimo de Yamaha Power Valve System, é um mecanismo utilizado em motores dois tempos, criado e patenteado pela Yamaha.

Origem



Modelo lançado em 1990 no Brasil, já com a tecnologia
Foi apresentado na Yamaha RD 350 em 1983. No Brasil foi implantado na RD 350 em 1986. Também equipou a DT 200, DT 200R, produzida entre 1992 e 2000.

Funcionamento

Consiste em uma válvula localizada na janela de escape do cilindro. Esta válvula permanece fechada em baixas rotações, tornando a janela de escape menor, restringindo a passagem de gases em médias e baixas rotações. A partir de 5.500 RPM o YPVS se abre, permitindo ao motor trabalhar com a dimensão máxima da janela de escape, o que beneficia a potência e o funcionamento do motor em altas rotações.
Este sistema não visa aumento de potência, mas sim:
Melhorar o torque em baixas rotações;
Diminuir o consumo de combustível;
Melhorar a progressividade com que o motor fornece potência, tornando a motocicleta mais fácil de conduzir;
Permitir ao fabricante ou preparador, trabalhar com uma janela de escape maior, sem que o torque seja comprometido em baixas rotações.
Uma moto que tem seu YPVS desligado e fixado na posição de abertura máxima não perderá potência, mas terá o funcionamento e o torque prejudicados em baixa e médias rotações. Caso o YPVS seja travado na posiçã fechado, a moto manterá o desempenho e torque em baixa rotação, mas será muito prejudicada em alta rotação.

DT 200 /DT 200R

DT 200 / DT200R


A Yamaha DT 200 é uma motocicleta com motor 2 tempos fabricada pela Yamaha no Brasil. A trail Yamaha DT200 surgiu no Brasil no final de 1991, em substituição a Yamaha DT 180, que sairia de catálogo em 1997. Em 1994, surgiu a Yamaha DT 200R, uma versão aprimorada da DT 200. Em 1997 a DT 180 e a DT 200 saíram de catálogo, e em 2000 a Yamaha DT 200R teve sua produção encerrada.
HISTÓRIA

A Yamaha inaugurou o segmento trail no Brasil com a DT 180 no final de 1981. A DT 180 mostrou-se uma motocicleta muito versátil e robusta, mas com o passar dos anos apresentou limitações. Seu baixo desempenho e o alto consumo de combustível foram fatores que obrigaram a Yamaha a lançar uma versão mais moderna e aperfeiçoada de sua motocicleta trail. As concorrentes haviam lançado motos mais modernas e de melhor desempenho, como a Agrale EX 27.5 e a Honda XLX 350R. Em 1990, a fábrica começou pesquisar um modelo trail, com base na DT 125, sucesso de vendas no exterior. A Yamaha determinou exigências em relação a sucessora da DT 180 que deveria possuir os seguintes atributos:
motor 2 tempos de alto desempenho;
Refrigeração líquida;
Boa velocidade final;
Baixo peso do conjunto.
Assim nasceu a Yamaha DT 200 em 1991. Uma motocicleta muito moderna, potente, ágil e confiável. Seu motor é 2 tempos de 195 cc³, refrigerado a água. Possui recursos como YPVS (a segunda motocicleta a utilizá-lo no Brasil, a primeira fora a RD 350), Torque Induction e YEIS. Com peso de apenas 110 quilogramas e potência de 25 cv, a DT 200 possuia desempenho excepcional para sua época e sua categoria. Com o recurso do YPVS, mostrou-se muito potente e ágil em baixa rotação, contrariando um dos problemas do motor 2 tempos. Atingia 140 km/h carece de fontes e sua aceleração era excelente. Por estes atributos foi muito utilizada em competições como enduro e cross. Também foi largamente utilizada em trilhas, por possuir os mesmos atributos da DT 180: versatilidade, manutenção simples e baixo peso.

DT200R

Em 1994 a Yamaha decide lançar uma versão aperfeiçoada da DT 200, a DT 200R Corrigia alguns problemas da DT 200, apresentando tanque de combustível de 12,6 litros, superior aos 9,5 litros da DT 200. Também apresentou inovações como freio a disco na roda traseira (uma exigência dos praticantes do fora-de-estrada) e grafismo diferenciado. Seu motor e quadro são os mesmos da DT 200, Mas possui alterações na relação final (coroa de 41 dentes na DT 200 e coroa de 42 dentes na DT 200R)

Encerramento de produção

Em 1997, a Yamaha do Brasil encerra a produção da DT 200, assim como a DT 180. Decidiu investir apenas na DT 200R, que continuaria em catálogo até 2000.
[editar]YPVS

Ver artigo principal: YPVS
DT 200 foi a segunda motocicleta no Brasil a utilizar YPVS. Consiste em uma válvula, controlada por um módulo eletrônico, localizada na janela de escape, que permanece fechada em baixas rotações, aumentando a compressão e visando melhor torque e economia de combustível. Ao redor de 5000 rpm o YPVS se abre, aumentando a dimensão do duto de escape e liberando a saída dos mesmos do motor. Este recurso aumenta drasticamente a potência e a elasticidade do motor 2 tempos.
[editar]Características técnicas

[editar]Motor
Motor: Monicilíndrico, 2 tempos, refrigerado à água, possui Torque Induction, Y. E. I. S. e YPVS
Cilindro: em alumínio com camisa de aço inclinado para frente.
Cilindro (Modelo): 4AN
Cilindrada: total de 195 cc³, pistão de 66 mm de diâmetro com 57 mm de curso.
Potência: 25 cv a 8.500 rpm.
Taxa de compressão: 5,7: 1.
Carburador: Mikuni VM 26SS.
Ignição: Sistema de ignição eletrônica, utiliza C.D. I. Fonte de carga da bateria provém do magneto. Sistema de partida primária do motor à pedal.
Lubrificação: Injeção direta de óleo 2 tempos no carburador por meio de bomba autolube. Capacidade de óleo do cárter de 0,64 litros. Capacidade do reservatório do óleo 2 tempos de 1,2 litros com indicador de baixo nível no painél.
Filtro de ar: Espuma de poliuretano úmido com óleo 2 tempos.
Capacidade do radiador (incluído todas as passagens): 0,64 litro
[editar]Transmissão
Sistema de redução primária: Por engrenagem.
Relação de redução primária: 17/52 (3,058).
Sistema de redução secundária: Por corrente.
Relação de redução secundária: 41/14 (2,929).
Embreagem: Banhada a óleo.
Tipo de caixa de marchas: Engrenamento constante, 6 marchas à frente.
Sistema de operação: Operação com pedal do lado esquerdo.
Relação de transmissão:
1ª (Primeira): 35/11 (3,181).
2ª (Segunda): 30/16 (1,875).
3ª (Terceira): 24/17 (1,411).
4ª (Quarta): 24/21 (1,142).
5ª (Quinta): 22/23 (0,956).
6ª (Sexta): 18/22 (0,818).
[editar]Dimensões e pesos
Tipo de quadro: Armação semi-dupla.
Comprimento total: 2.150 mm.
Largura total: 820 mm.
Altura total: 1.210 mm.
Distância entre eixos: 1.365 mm.
Vão livre mínimo: 290 mm.
Ângulo de cáster: 28°.
Avanço: Não disponível.
Peso: Líquido (seco) de 110 quilogramas.
Raio de giro mínimo: 2.000 mm
Comprimento da mola traseira: Padrão: 223 mm; Mínimo: 213 mm; Máximo: 233 mm
[editar]Suspensão, freios e rodas
Pneus
Dianteiro: 80/90-21 48R Pirelli MT 70.
Traseiro: 110/80-18 58R Pirelli MT 70.
Suspensão
Dianteira: Garfo telescópico (Ceriani)
Traseiro: Braço oscilante triangular (Suspensão Monocross).
Amortecedores
Dianteiro: Mola helicoidal e amortecedor hidráulico incorporado.
Traseiro: Amortecedor hidráulico com mola helicoidal. Regulável.
[editar]Instalação e equipamentos elétricos
Tipo de bateria/Capacidade: 12 V / HS3L-C
Fonte de carga: Magneto
Vela de ignição: BR9ES (NGK)
Farol: 12 V - 35/35 W
Lanterna traseira / luz de freio: 12 V - 5/21 W
Velocímetro/Tacômetro: 12 V - 3 W
Ponto morto: 12 V - 3 W
Indicador do farol alto: 12 V - 3 W
Indicador da sinaleira: 12 V - 3 W
Indicador do nível de óleo: 12 V - 3 W
Folga do eletrodo da vela: 0,6 mm - 0,8 mm